Wonderland
Se você pudesse congelar a vida daqueles que ama para sempre tê-los consigo quando estiverem longe, você faria isso? Em Wonderland (원더랜드, 2023), ficção científica dramática escrita e dirigida pelo cineasta sul-coreano Kim Tae-yong, é possível ter para sempre quem amamos. O filme se passa em um futuro próximo no qual, em uma realidade virtual contratada, podemos nos manter conectados aos nossos entes queridos quando eles já não estão mais conosco. Continuar lendo Wonderland
Contrato de casamento
Às vezes, a vida parece um enredo mal escrito. A gente tropeça, leva tapa na cara, de repente se vê no meio do caos… Isso fica muito claro quando assistimos à série Contrato de Casamento, um dorama antigo, de 2016, que surpreende a cada episódio. Continuar lendo Contrato de casamento
O sol de inverno
O filme Sol de Inverno (2024) me manteve concentrada todo tempo, de verdade. Integrando a seleção Un Certain Regard, do Festival de Cannes, o longa do diretor japonês Hiroshi Okuyama fez sua estreia mundial em maio do ano passado e, desde então, por onde passa coleciona elogios da crítica, incluindo os tradicionais festivais de Toronto, San Sebastián e a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Continuar lendo O sol de inverno
Rainha das Lágrimas
Os doramas, dramas televisivos que surgiram no Japão nos anos 1950, ganharam versões chinesas (c-dramas) e sul-coreanas (k-dramas) ao longo das décadas. Inicialmente, eram populares apenas no leste asiático, mas isso mudou com a explosão da cultura oriental nos anos 2000, impulsionada por animes e outros produtos culturais do Japão, China e Coreia do Sul. Continuar lendo Rainha das Lágrimas
O Paciente
Segundo o neuropsiquiatra Viktor Frankl, é nosso papel nos apropriarmos de nosso destino, ou aceitando-o ou formatando-o, dando sentido às nossas vidas ao sermos os agentes ativos de transformação da nossa existência. O neuropsiquiatra, famoso por seu bestseller internacional Em busca de sentido, foi o criador da Logoterapia, uma abordagem de tratamento que enfatiza a importância de encontrarmos nosso sentido apesar dos pesares. Continuar lendo O Paciente
Cobra Kai
Sempre gostei de cinema, e, cria dos anos 1980, me diverti muito com filmes de artes marciais e ninjas norteamericanos. Fui fã do Jean-Claude Van Damme, de Retroceder Nunca, Render-se Jamais (1986), meu lema na vida; e também dos filmes de Terence Hill and Bud Spencer; dos spaghetti westerns – sobre os quais, aliás, falei aqui e por aí vai. Continuar lendo Cobra Kai
